O cara estava há cinco anos internado num hospício e não conseguia se livrar dos seus delírios. Ele simplesmente não conseguia separar a fantasia da realidade. Mas estava cansado da comida ruim, daquele bando de malucos, da falta de liberdade, e resolveu que faria tudo para demonstrar normalidade na próxima entrevista de avaliação com seu psiquiatra. O dia chegou. O Médico chamou o louco. Ele se aproximou, com a maior cara de conteúdo, e cumprimentou o doutor.
- Você parece bem... - comentou o psiquiatra.
- Ah, com certeza. Me sinto ótimo. Pronto para me reintegrar à sociedade.
- Ok. Então vamos lá. Se você saísse hoje, o que faria?
O maluco coçou o queixo e respondeu de pronto:
- Procuraria um emprego, para me manter sem depender da ajuda dos meus pais, e tentaria reerguer minha vida com um novo relacionamento afetivo para, quem sabe, constituir minha própria família.
- Ótimo! - Entusiasmou-se o médico. - E se, ao sair daqui, o hospital lhe desse um caminhão?
- Seria perfeito! - emendou o louco - Sairia viajando pelo Brasil, transportando cargas, ganhando meu próprio dinheiro...
Neste momento um outro louco, que só ouviu um pedaço da conversa, se aproxima e pergunta ao colega:
- Como é essa história? Você quer viajar de que jeito?
- Num caminhão! - Responde o entrevistado.
- Oba! Me leva também?
- Claro! Entra aí!
O médico se espanta:
- Espera! Eu não te dei o caminhão ainda!
O louco vira pro colega, tentando voltar a fazer cara de normalidade:
TORNEIO ESTUDANTIL HOMENAGEIA SEUS ATLETAS OLÍMPICO
A 11ª Delegacia Regional de Judô vai homenagear os judocas olímpicos da região durante o I – Torneio Regional Estudantil de Judô a ser realizado no próximo dia 20 de novembro, a partir das 8h no ginásio do C. R. Santista. As escolas classificadas até o 10º lugar receberão troféus que levarão os nomes dos homenageados. A intenção da diretoria da Delegacia Regional é perpetuar o nome destes grandes judocas entre a nova geração de judocas da região que está sendo formada não só nas academias mas, também nas escolas.
Os homenageados serão: Carlos Alberto Cunha ( 1º atleta olímpico da região, Moscou/ 80 ), Ricardo Sampaio ( um dos mais técnicos judocas de todos os tempos participou da Olimpíada de Seul/88 ), Rogério Sampaio ( Campeão Olímpico em Barcelona/ 92 ), Andréa Berti ( 1ª atletas brasileira a disputar 3 olimpíadas, Barcelona/ 92, Atlanta/ 96, Sidney 2000), Daniele Zangrando ( atleta respeitada pelo seu currículo internacional, participou em Atlanta/96 e Atenas 2004), Thaís Ipiranga e Tânia Ferreira ( judocas com participações internacionais pelo Brasil participaram em Sidney 2000), Fabiane Hukuda ( um dos principais nomes da modalidade no momento, esteve em Atenas/2004), Priscila Marques ( participou de Sidney/2000 e só não esteve em Atenas 2004 porque o Brasil não conquistou vaga no ranking das Américas), Leandro Guilheiro ( Medalha de Bronze em Atenas 2004, campeão mundial júnior ) e Cátia Maia ( uma das principais judocas do país no momento esteve em Atenas/2004 ).
A torcida mais organizada e mais animada também serão premiadas com o troféu Agostinho Feijó Gonzalez, professor kodansha, que sempre contagiou com sua alegria e amizade os simpatizantes da modalidade na região.
As escolas que ainda não se inscreveram para a competição devem retirar o regulamento o mais rápido possível na sede da SEMES que fica na Praça dos Expedicionários s/nº no 8º andar em horário comercial ou na sede da Delegacia Regional nas dependências do C.R. Vasco da Gama, às 5ª feiras das 20h às 22h.
Com os braços cruzados, e ambos os polegares para cima(palmas das mãos para cima), puxa-se as golas em cruz.
Hadaka Jime
Tori - Passando o braço pela frente do pescoço e outro por detrás, pressionando a nuca do uke com as costas da mão (fig 3), ou segurando as palmas das mãos juntas (fig 1 e 2).
Essas técnicas devem ser feitas de forma correta, se você é iniciante, peça ajuda de uma judoca graduado, ou o Sensei para um treinamento mais adequado.
Esta é a queda mais usada pelos judocas durante o treinamento e lutas. É o Rolamento (Zempo), semelhante a uma cambalhota é considerado por muitos "a queda perfeita".
Essa é a Queda Lateral (Yuko), o judoca anda lateralmente e cái batendo o braço, sem bater a cabeça no Tatame.
Essa é a Queda de Costas (Ushiro), o judoca cái de costas, batendo os braços, sem bater a cabeça no Tatame.
O estilo de luta que hoje em dia denominamos como Judô foi idealizado no ano de 1882. Um jovem de 23 anos chamado Jigoro Kano fundava o Instituto Kodokan, que veio a se tornar a Meca dos ensinamentos sobre esta arte marcial.
Com milhares de praticantes e federações espalhados pelo mundo, o Judô se tornou um dos esportes mais praticados, representando um nicho de mercado fiel e bem definido. Não restringindo seus adeptos a homens com vigor físico, e estendendo seus ensinamentos para mulheres, crianças e idosos, o judô teve um aumento significativo no número de amantes desta nobre arte.
O Judô tem como filosofia integrar corpo e mente. Sua técnica utiliza os músculos e a velocidade de raciocínio para dominar o oponente. Palavras ditas por Mestre Kano para definir a luta: "arte em que se usa ao máximo a força física e espiritual". A vitória, ainda segundo seu mestre fundador, representa um fortalecimento espiritual. Nas academias, procura-se passar algo mais além da luta, do contato físico. Para tornar-se um bom lutador, antes de tudo, é preciso ser um grande ser humano.
Através de Eisei Maeda, por volta de 1922, o Judô surge no Brasil. O Conde de Koma, como também era conhecido, fez sua primeira apresentação no país em Porto Alegre. Partiu para as demonstrações pelos Estados do Rio de Janeiro e São Paulo, transferindo-se depois para o Pará, onde popularizou seus conhecimentos da nobre arte. Outros mestres também faziam exibições e aceitavam desafios em locais públicos. Mas foi um início difícil para um esporte que viria a se tornar tão difundido.
Um fator decisivo na escalada do Judô foi a chegada ao país de grupo de nipônicos em 1938. Tinham como líder o professor Riuzo Ogawa e fundaram a Academia Ogawa, com o objetivo de aprimorar a cultura física, moral e espiritual, através do esporte do quimono. Daí por diante disseminaram-se a cultura e os ensinamentos do Mestre Jigoro Kano e em 18/03/1969 era fundada a Confederação Brasileira de Judô, sendo reconhecida por decreto em 1972. Hoje em dia é ensinado em academias e clubes e reconhecido como um esporte saudável que não está relacionado à violência.
Esporte Olímpico de grande prestígio e muito disputado, tem no Brasil um "celeiro" de bons lutadores, fazendo o país ser reconhecido e admirado internacionalmente, inclusive no Japão. Por ser um esporte de triunfos nacionais, tem "sua marca" associada ao sucesso.
- Judô, um excelente negócio:
Um esporte de princípios, também considerado uma arte, uma filosofia de vida, admirado, respeitado, vitorioso e de grande prestígio. Quem não pretende ter sua marca associada a algo que se traduz por conceitos tão nobres?
No dia 23 de outubro de 2004, a Federação Paulista de Judô estará realizando o CAMPEONATO ESTADUAL DE JUDÔ POR FAIXA, para os sexos masculino e feminino, obedecendo ao seu regulamento e a programação abaixo.
DA PARTICIPAÇÃO
1 - Poderão participar atletas nascidos em 1989 e anos anteriores, dos sexos masculino e feminino, registrados na 1ª (Primeira) ou na 2ª (Segunda) DIVISÃO.
2 – Será adotado o judogui branco como uniforme. Os interessados poderão utilizar judogui azul, para substituir a faixa diacrítica vermelha, devendo utilizar, também o judogui branco
3 – Os atletas deverão se apresentar com distintivo do seu clube fixado no peitoral esquerdo do judogui e calçando chinelos de borracha, sob pena de multa no valor de R$ 20,00 (vinte reais).
4 – Atletas do sexo feminino deverão usar camiseta fechada, totalmente branca, por baixo do judogui.
INSCRIÇÃO E PESAGEM
Dia 23 de outubro (sábado) - no local da competição
Das 07 às 08 horas = Dangai - Faixa Marrom Das 10 às 11 horas = Yudan - Faixa Preta (todos os dans) Das 11 às 12 horas = Dangai - Faixa Roxa e abaixo
Na inscrição, recolher a taxa de participação no valor de R$ 10,00 (dez reais). Os atletas deverão comparecer com a carteira de atleta expedida pela F.P.J. de 2004. A pesagem é apenas para efeito de agrupamentos dos atletas, não havendo categorias de peso.
PROGRAMA DA COMPETIÇÃO
Local: Club Athletico Paulistano - Rua Colômbia, nº 77 – Jardim Europa - SÃO PAULO – Capital
Dia 23 de outubro (sábado)
08 horas: Reunião dos árbitros e oficiais de mesas 08h 30m: Identificação dos atletas = Categoria Dangai (faixa marrom) 09 horas: Cerimonial de Abertura
Início das competições
11h 30m: horas: Identificação dos atletas = Categoria Yudan 13h 30m: Identificação dos atletas = Dangai - faixa roxa e abaixo
ALOJAMENTO: Os atletas que necessitarem de alojamento, deverão fazer as suas reservas antecipadamente até o dia 20 de outubro, pelo telefone (011) 3672-5649 (trazer roupa de cama).
Entertainment irá realizar no próximo dia 24 de outubro a 17a. edição do Festival Moderno de Judô.
O evento faz parte de um projeto que tem como objetivo a correta formação e o incentivo aos pequenos futuros campeões de dentro e fora dos tatames.
As mais de 800 crianças entre 6 e 12 anos contarão ainda com o apoio do Colégio Brasil-Canadá, SIM Assistência Médica, Kimonos Douglas Vieira, Wooden Design Ofurôs e Kaoru Propaganda.
O palco deste evento será o Ginásio de Esportes do Club Athlético Paulistano com o suporte da Federação Paulista de Judô.
ARBITRAGEM Federação Internacional de Judô - Regras de Arbitragem
ARTIGO 7 – POSIÇÃO E FUNÇÃO DOS JUIZES
Os juizes auxiliarão o árbitro e sentar-se-ão em cantos opostos, fora da área de competição. Cada juiz deverá indicar a sua opinião fazendo o gesto oficial apropriado, sempre que a mesma seja diferente da do árbitro, quer na avaliação técnica, quer na aplicação do castigo anunciado pelo árbitro.
Se o árbitro expressar uma opinião de valor mais elevado que as dos 2 juizes no que respeita à vantagem técnica ou castigo, deve alterá-la para a do juiz que expressou o valor mais elevado.
Se o árbitro expressar uma opinião de valor mais baixo que a dos dois juizes no que respeita à vantagem técnica ou castigo, deve alterá-la para a do juiz que manifestou o valor mais baixo.
Se um juiz expressar uma opinião de valor mais alto que a do árbitro e o outro juiz um valor mais baixo, o árbitro mantém a sua opinião.
Se ambos os juizes manifestam uma opinião diferente da do árbitro e este não reparar nos seus gestos, deverão levantar-se, mantendo o gesto efetuado até que o árbitro repare e altere a sua decisão. Se depois de alguns segundos o árbitro não tiver reparado nos juizes que estão levantados, o juiz que estiver mais próximo do árbitro deve imediatamente aproximar-se e informá-lo da opinião da maioria.
O juiz deverá, através do gesto próprio, manifestar a sua opinião acerca da validade de qualquer ação junto ao limite ou fora da área de combate.
Qualquer discussão é possível e necessária somente se o árbitro ou um dos juizes tiver visto algo que os outros não viram e que possa alterar a decisão.
Os juizes devem também observar que os resultados registados pelo marcador estão corretos e em conformidade com os resultados anunciados pelo árbitro. Se devido a uma razão considerada necessária pelo árbitro, um competidor tiver que se ausentar temporariamente da área de competição, um dos juizes deve obrigatoriamente acompanhá-lo, a fim de verificar se não ocorre nenhuma anomalia. Esta autorização deverá ser dada em circunstâncias excepcionais (trocar o judôgi em caso de não conformidade com as normas).
APÊNDICE Artigo 7 – Posição e função dos juizes
O árbitro e os juizes devem abandonar a área de competição durante as apresentações ou qualquer demora no programa.
O juiz deve sentar-se com os pés afastados, fora da área de combate e deve colocar as mãos, com as palmas voltadas para baixo, nos joelhos.
Um juiz deve verificar se o quadro está incorreto e deve chamar a atenção do árbitro para o erro cometido.
Um juiz deve ser rápido a afastar-se e a retirar a sua cadeira, se a sua posição for perigosa para os competidores.
Um juiz não deve antecipar-se ao gesto do árbitro para assinalar um resultado.
Numa ação no limite da área de combate, o juiz deve de imediato fazer o gesto para mostrar se a ação foi DENTRO ou FORA.
Se um competidor tiver que mudar alguma parte do uniforme fora da área de competição e o juiz que o acompanha não for do mesmo sexo, um oficial designado pelo diretor da arbitragem deverá substituir o juiz a acompanhar o competidor.
Se a sua área de competição não está a ser utilizada e está a decorrer um combate na área adjacente, o juiz deverá retirar a sua cadeira se esta constituir perigo para os competidores.
ARBITRAGEM Federação Internacional de Judô - Regras de Arbitragem
ARTIGO 7 – POSIÇÃO E FUNÇÃO DOS JUIZES
Os juizes auxiliarão o árbitro e sentar-se-ão em cantos opostos, fora da área de competição. Cada juiz deverá indicar a sua opinião fazendo o gesto oficial apropriado, sempre que a mesma seja diferente da do árbitro, quer na avaliação técnica, quer na aplicação do castigo anunciado pelo árbitro.
Se o árbitro expressar uma opinião de valor mais elevado que as dos 2 juizes no que respeita à vantagem técnica ou castigo, deve alterá-la para a do juiz que expressou o valor mais elevado.
Se o árbitro expressar uma opinião de valor mais baixo que a dos dois juizes no que respeita à vantagem técnica ou castigo, deve alterá-la para a do juiz que manifestou o valor mais baixo.
Se um juiz expressar uma opinião de valor mais alto que a do árbitro e o outro juiz um valor mais baixo, o árbitro mantém a sua opinião.
Se ambos os juizes manifestam uma opinião diferente da do árbitro e este não reparar nos seus gestos, deverão levantar-se, mantendo o gesto efetuado até que o árbitro repare e altere a sua decisão. Se depois de alguns segundos o árbitro não tiver reparado nos juizes que estão levantados, o juiz que estiver mais próximo do árbitro deve imediatamente aproximar-se e informá-lo da opinião da maioria.
O juiz deverá, através do gesto próprio, manifestar a sua opinião acerca da validade de qualquer ação junto ao limite ou fora da área de combate.
Qualquer discussão é possível e necessária somente se o árbitro ou um dos juizes tiver visto algo que os outros não viram e que possa alterar a decisão.
Os juizes devem também observar que os resultados registados pelo marcador estão corretos e em conformidade com os resultados anunciados pelo árbitro. Se devido a uma razão considerada necessária pelo árbitro, um competidor tiver que se ausentar temporariamente da área de competição, um dos juizes deve obrigatoriamente acompanhá-lo, a fim de verificar se não ocorre nenhuma anomalia. Esta autorização deverá ser dada em circunstâncias excepcionais (trocar o judôgi em caso de não conformidade com as normas).
APÊNDICE Artigo 7 – Posição e função dos juizes
O árbitro e os juizes devem abandonar a área de competição durante as apresentações ou qualquer demora no programa.
O juiz deve sentar-se com os pés afastados, fora da área de combate e deve colocar as mãos, com as palmas voltadas para baixo, nos joelhos.
Um juiz deve verificar se o quadro está incorreto e deve chamar a atenção do árbitro para o erro cometido.
Um juiz deve ser rápido a afastar-se e a retirar a sua cadeira, se a sua posição for perigosa para os competidores.
Um juiz não deve antecipar-se ao gesto do árbitro para assinalar um resultado.
Numa ação no limite da área de combate, o juiz deve de imediato fazer o gesto para mostrar se a ação foi DENTRO ou FORA.
Se um competidor tiver que mudar alguma parte do uniforme fora da área de competição e o juiz que o acompanha não for do mesmo sexo, um oficial designado pelo diretor da arbitragem deverá substituir o juiz a acompanhar o competidor.
Se a sua área de competição não está a ser utilizada e está a decorrer um combate na área adjacente, o juiz deverá retirar a sua cadeira se esta constituir perigo para os competidores.
ARBITRAGEM Federação Internacional de Judô - Regras de Arbitragem
ARTIGO 6 – POSIÇÃO E FUNÇÃO DO ÁRBITRO
O árbitro normalmente deverá permanecer na área de competição. Ele deverá conduzir o combate e administrar as decisões. Deverá ainda assegurar-se de que as mesmas são corretamente registadas.
APÊNDICE Artigo 6 – Posição e função do árbitro
O árbitro deve assegurar-se de que tudo está correto, tal como: área de competição, equipamentos, uniformes, higiene, oficiais, etc., antes do início do combate.
Ao anunciar uma opinião, mantendo o gesto apropriado, o árbitro deverá estar colocado de modo a observar pelo menos um juiz de forma a ficar imediatamente ciente de alguma opinião divergente. Contudo, o árbitro deve assegurar-se de que não perde de vista a ação continuada dos atletas em qualquer momento.
Em certos casos, tais como quando os competidores estão em Ne-waza e voltados para fora, o árbitro poderá observar a ação da zona de segurança.
Antes do início de uma prova, os árbitros e juizes deverão familiarizar-se com o som ou outros meios de indicar o fim do combate no seu tapete. Quando assumem o controlo de uma área de competição o árbitro e juizes devem assegurar-se de que a superfície do tapete está limpa e em boas condições, que as cadeiras dos juizes estão em posição correta, que não existem intervalos entre os tapetes e que os competidores estão de acordo com os artigos 3 e 4 das regras de competição. Os árbitros devem assegurar-se de que não há espectadores, claques ou fotógrafos em posições tais que possam incomodar ou constituir perigo para os competidores.
Geralmente, o combate será dirigido por um árbitro e dois juizes, sob a supervisão da Comissão de Arbitragem.
O árbitro e os juizes serão auxiliados pelos cronometristas e membros da mesa de prova.
APÊNDICE Artigo 5 – Árbitros e Juizes
Os cronometristas e outros membros da mesa de provas, bem como outros assistentes técnicos deverão ter no mínimo 21 anos de idade, três anos de experiência como árbitros nacionais e um bom conhecimento de regras de competição.
O comitê organizador deve assegurar-se que todos foram criteriosamente treinados como oficiais técnicos. Haverá no mínimo dois cronometristas, um para registar o tempo real do combate e outro especificamente para o tempo de osaekomi.
Se possível haverá uma terceira pessoa, para supervisionar os dois cronometristas a fim de evitar erros ou esquecimentos.
O cronometrista do tempo geral (tempo real do combate) põe o cronômetro a funcionar ao ouvir "Hajime" ou "Yoshi" e para-o quando ouvir "Matte" ou "Sonomama".
O cronometrista do Osaekomi põe o cronômetro a funcionar ao ouvir "Osaekomi", para-o ao ouvir "Sonomama" e reinicia-o ao ouvir "Yoshi".
Ao ouvir "Toketa" ou "Matte", pára o cronômetro e indica o número de segundos decorridos ao árbitro, ou ao expirar do tempo de "Osaekomi" (25 segundos quando não havia pontuação prévia ou 20 segundos quando o atleta que controla em Osaekomi tenha obtido um Waza-ari ou o seu oponente tenha sido punido com um Keikoku) indica o fim do combate através de um sinal sonoro.
O cronometrista do tempo de Osaekomi deverá levantar uma bandeira verde durante a prova sempre que tenha parado o cronômetro ao ouvir Sonomama e deverá baixar a bandeira quando reiniciar o cronômetro ao ouvir Yoshi.
O cronometrista do tempo real (tempo de combate efetivo) deverá levantar uma bandeira amarela sempre que tenha parado o cronômetro ao ouvir a voz e ver o sinal de Matte ou Sonomama e baixará a bandeira quando reiniciar o cronômetro ao ouvir Hajime ou Yoshi.
Quando expirar o tempo de combate os cronometristas deverão informar o árbitro através de um sinal sonoro claramente audível (ver artigos 10, 11 e 12 das regras de competição).
Os membros da mesa de provas devem assegurar-se de que estão totalmente informados acerca dos sinais e gestos para indicar o resultado de um combate.
Além das pessoas acima mencionadas, deverá haver quem se encarregue de efetuar o registo geral dos combates.
Se forem utilizados sistemas eletrônicos, os procedimentos serão iguais aos acima descritos. Contudo, deverão assegurar-se de que estão disponíveis meios de registo manuais.
ARBITRAGEM Federação Internacional de Judô - Regras de Arbitragem
ARTIGO 4 – HIGIENE
O Judôgi deverá estar limpo, seco e sem odor desagradável.
As unhas dos pés e das mãos deverão ser cortadas curtas.
A higiene pessoal do atleta deverá ser de um elevado nível.
O cabelo comprido deverá ser preso de modo a evitar incomodar o outro competidor.
APÊNDICE Artigo 4 - Higiene
Todo o competidor que não obedeça aos requisitos constantes dos artigos 3 e 4 será impedido no seu direito de competir e o opositor ganhará o combate por Kiken-gashi, de acordo com a regra de "maioria de três" (ver artigo 28).
ARBITRAGEM Federação Internacional de Judô - Regras de Arbitragem
ARTIGO 3 – UNIFORME DE JUDÔ (Judôgi)
Os competidores usarão um judôgi obedecendo às seguintes condições:
Robusto e feito de algodão ou outro material semelhante, em boas condições (sem remendos nem rasgões). O material não deve ser grosso ou espesso de forma a evitar que o oponente faça a pega.
De cor azul para o primeiro competidor e branco ou quase branco para o segundo competidor.
Marcas permitidas
Abreviaturas Olímpicas Nacionais (nas costas do casaco)
Emblema Nacional (no lado esquerdo do casaco). Tamanho máximo 100 cm quadrados.
Marca do fabricante (na extremidade inferior da frente do casaco e na extremidade inferior da perna esquerda das calças). Tamanho máximo 25 cm quadrados.
Marcas nos ombros (desde a gola – ao longo dos ombros – pelo braço abaixo – em ambos os lados do casaco). Comprimento máximo 25 cm e largura máxima 5 cm.
Indicação da classificação (1º, 2º ou 3º) nos Jogos Olímpicos ou nos Campeonatos do Mundo, numa área de 6cm x 10cm na extremidade inferior esquerda do casaco.
O nome do competidor pode ser usado no cinto, na parte frontal inferior do casaco e na parte frontal superior das calças e medirá no máximo 3cm x 10cm. Também o nome do competidor ou abreviatura podem ser colocados (impressos ou bordados), por cima da abreviatura olímpica nacional, mas de forma alguma numa posição que evite que o oponente agarre a parte de trás do casaco. O tamanho das letras terá no máximo 7cm de altura e o comprimento do nome no máximo terá 30cm. Esta área retangular de 7cm x 30cm deverá estar localizada a 3cm abaixo da gola do casaco e a identificação das costas deverá estar fixada 4cm abaixo desta área.
O casaco deve ser suficientemente comprido de forma a cobrir as coxas e deverá no mínimo atingir os pulsos, quando os braços estão caídos ao lado do corpo. O corpo do casaco deve ser usado com a parte esquerda por cima da direita e deve ser suficientemente amplo de forma que se sobreponha a 20cm do nível da base do tórax. As mangas do casaco poderão no máximo atingir a articulação do pulso e estar no mínimo a 5cm acima da mesma articulação. Deverá existir um espaço de 10cm a 15cm entre as mangas e o braço (incluindo ligaduras), em todo o comprimento da manga.
As calças, sem quaisquer marcas, devem ter comprimento suficiente para cobrir as pernas e deverão no máximo atingir a articulação do tornozelo e estar a um mínimo de 5cm acima da mesma articulação. Deverá existir um espaço de 10cm – 15cm entre a perna e a calça (incluindo ligaduras) em todo o comprimento da perna da calça.
Um cinto forte, de 4cm ou 5cm de largura, de cor correspondente à graduação deverá ser utilizado por cima do casaco e ser suficientemente comprido para dar duas voltas à cintura e ficar com 20cm a 30cm de cada lado depois de atado com um nó direito, apertado de modo a impedir que o casaco fique demasiado solto.
As competidoras deverão usar sob o casaco:
i) Uma camiseta branca simples ou quase branca, com mangas curtas, resistente, suficientemente comprida para ser usada por dentro das calças, ou:
ii) um maillot branco ou quase branco com mangas curtas.
APÊNDICE Artigo 3 – Uniforme de Judô (Judôgi)
Se o Judôgi de um competidor não estiver de acordo com o estipulado neste artigo, o árbitro deverá ordenar ao atleta que troque, o mais rapidamente possível, por um judôgi que satisfaça o estipulado.
O Judôgi suplementar do competidor deve ser levado pelos treinadores para a sua cadeira que se encontra junto da área de competição.
Para verificar se as mangas do casaco dos competidores respeitam o comprimento requerido, o árbitro fará com que o atleta levante ambos os braços, completamente estendidos para a frente, à altura dos ombros, enquanto efetua o controlo.
ARBITRAGEM Federação Internacional de Judô - Regras de Arbitragem
ARTIGO 2 – EQUIPAMENTO
a) Cadeiras e Bandeiras (Juizes)
Duas cadeiras leves devem ser colocadas na área de segurança em cantos diagonalmente opostos da área de competição e numa posição que não obstrua a visão dos juizes, membros da comissão e dos marcadores. Uma bandeira azul e uma bandeira branca deverão ser colocadas num suporte afixado em cada cadeira.
b) Marcadores
Para cada área de competição haverá 2 marcadores que indicam os resultados horizontalmente, não excedendo os 90cm de altura e os 2m de comprimento, colocados fora da área de competição de onde possam ser facilmente vistos pelos árbitros, membros da comissão, oficiais e espectadores.
As penalizações devem ser imediatamente convertidas em vantagens e registados nos quadros. Contudo os quadros devem estar apetrechados com um mecanismo que vá registando as penalizações recebidas pelos competidores (ver exemplo no apêndice).
Haverá duas cruzes em azul e branco, respectivamente, no topo do marcador para indicar o 1º e 2º exames efetuados pelos médicos (ver artigos 8º e 29º - apêndice)
Sempre que sejam usados marcadores eletrônicos devem estar sempre disponíveis marcadores manuais para apoio. (ver apêndice)
c) Cronômetros
Deverão haver os seguintes cronômetros:
Tempo Geral – um
Osaekomi – dois
De reserva – um
Sempre que forem usados cronômetros eletrônicos, também deverão ser utilizados cronômetros manuais para controlo. (ver apêndice)
d) Bandeiras (Cronometristas)
Os cronometristas utilizarão as seguintes bandeiras:
Amarela – tempo geral
Verde – duração do osaekomi
Não será necessário usar as bandeiras amarela e verde quando estiver a ser utilizado um relógio eletrônico que mostre a duração do combate e do osaekomi. Contudo, estas deverão existir sempre de reserva.
e) Sinal de Tempo
Deverá haver uma campainha, ou sinal sonoro similar, que indique ao árbitro o fim do tempo estabelecido para cada combate.
f) Judôgi Azul e Branco
Os competidores deverão usar um judôgi azul ou branco. (o 1º competidor a ser chamado usará o judôgi azul, o 2º usará o branco)
APÊNDICE ARTIGO 2 - EQUIPAMENTO
Posição dos marcadores/membros da mesa de prova/cronometristas
Os marcadores e os cronometristas devem ficar de frente para o árbitro e à vista da mesa de provas
Distância dos espectadores
Como norma geral, não deverão ser permitidos espectadores a menos de 3 metros da superfície da área de competição (ou plataforma).
Cronômetros e marcadores
Os cronômetros devem ser acessíveis às pessoas responsáveis pela sua precisão e o seu funcionamento deve ser verificado regularmente antes e durante a competição.
Os marcadores devem corresponder às exigências da FIJ e estar à disposição dos árbitros em caso de necessidade.
Cronômetros e marcadores manuais devem ser usados simultaneamente com o equipamento eletrônico em caso de falha do mesmo.
b) Marcador Manual
BRANCO
AZUL
0
1
0
1
0
0
WAZA-ARI
YUKO
KOKA
WAZA-ARI
YUKO
KOKA
keikoku
chui
shido
keikoku
chui
shido
EXEMPLO:
O azul marcou Waza-ari e foi também penalizado com Chui
O branco recebe imediatamente Yuko como resultado do Chui do azul
Cruzes Azuis e Brancas
O fundo dos visores deve ser verde e as cruzes azuis e brancas deverão corresponder às cores dos judôgis dos competidores.
Shiai é um desafio, um jogo, uma competição; shi significa prova de conhecimento e ai é uma reunião, uma "reunião para prova de conhecimentos". É traduzida com demasiada freqüência como desafio, mas a palavra shiai não é, de fato, suficientemente forte para isso. Com efeito,desafio seria shobu. prof. Geof Gleeson - 8º dan SHIAI quer dizer combate de prova. Tem por finalidade exercitar os efeitos da tensão nervosa. No Shiai visa-se a vitória pela habilidade adquirida no Randori. O Shiai não deve degenerar nunca; a propósito, convém lembrar aqui a advertência do Mestre G. Kiozumi :
"O Shiai não é nem um fim em si, nem um divertimento, mas um meio de treinamento. Qualquer que seja o resultado, vitória ou derrota, deve ser considerado como matéria de experiência para o estudo, um passo para alcançar os degraus do progresso. Nós, os judocas, não devem nos exceder no zelo, por fanatismo e espírito de competição; isto transformaria um esporte agradável e sem defeitos num conflito perigoso , denominado 'competição de Judô'. É nosso dever, portanto, desencorajar a vulgaridade ruidosa de um entusiasmo exagerado. Essa advertência não é apenas do interesse do Judô e dos judocas, mas serve para reverenciar a memória sempre respeitada de seu fundador, o saudoso Professor e Mestre Jigoro KANO."
Prof. Robert Lasserre foto: As lutas se desenrolam sobre uma revestimento especial (shiai-jo), formado por pequenos colchões (tatamis) de 5 cm. de espessura, medindo 2 x 1 m. Originalmente eram feitos de palha de arroz trançada e recobertos com lona. Hoje, são de material sintético.
A área de combate é um quadrado de 9-10 m. de lado, geralmente verde, circundada por uma faixa vermelha de 1m. de largura (área de proteção), que fica dentro da área de combate. Cada combate dura de 4 a 5 minutos (dependendo da idade e sexo). Vence quem conseguir derrubar o outro de costas no chão, por meio de uma técnica perfeita, ou mantendo o adversário de costas no solo, por 30 segundos, por meio de uma imobilização (osae-waza) ou o faz desistir (render-se) por meio de um estrangulamento (shime-waza) ou chave de articulação (kansetsu-waza).
Quando Jigoro Kano estabeleceu as bases do Judô, para vencer era necessário projetar o oponente de costas no tamati, num golpe perfeito (ippon). Como foi ficando difícil se conseguir um ippon, e as lutas se alongando muito, passou-se a pontuar projeções não tão perfeitas, mas onde houvesse técnica (waza-ari). Com a evolução das normas de arbitragem, passou-se a pontuar qualquer projeção. O ippon é o ponto completo. O wazari seria aproximadamente ¾ de ponto. O yuko cerca de ½ ponto e o koka ¼ de ponto. No solo (katame-waza), a desistência ou imobilização por 30 segundos vale um ippon; por 25 segundo, um wazari; por 20, um yuko; e por 10, um koka. Quem obtiver dois wazaris, vale um ippon. As outras pontuações, porém, são acumuladas, mas não se somam.
As faltas são diminuídas das pontuações positivos conseguidos. Vence quem conseguir a pontuação mais alta (descontadas as faltas) ou, no caso de empate, aquele que apresentar maior combatividade e domínio da luta. No combate, os 2 competidores recebem fitas de identificação, um a vermelha e o outro a branca, sendo pontuados segundo esta identificação (Ou um usa um quimono branco, enquanto o adversário usa um azul). O combate é dirigido por uma mesa de cronometristas e anotadores, e por 3 árbitros: um central e dois laterais. Todos os árbitros têm a mesma importância e poder de decisão, sendo tudo decidido por maioria de votos. Os árbitros sinalizam os pontos obtidos, a obediência às demarcações da área de combate e as faltas cometidas pelos competidores. Estas podem ser faltas leves (ex.: falta de combatividade), médias (ex.: desamarrar a faixa sem permissão, pisar fora da área de combate) ou graves (ex.: aplicar golpes traumáticos).
Abaixo, a correspondência entre pontuações positivas e negativas:
Pontuação Positiva
Pontuação Negativa(faltas)
ippon
hansoku-make
wazari
keikoku
yuko
chui
koka
shido
O clima reinante num campeonato é de amizade, concentração e respeito, havendo no início e no final um cumprimento solene (rei) coletivo entre dirigentes, árbitros e atletas. Sobre o shiai-jo, os competidores devem fazer saudação ao local, à mesa diretora, aos árbitros e a seu oponente. Só então é dado inicio à luta. Se algum competidor se afastar da norma de conduta, ou ofender alguém por meios físicos, verbais ou atitude inconveniente, poderá ser desclassificado ou suspenso, uma vez que, na verdade, a finalidade da competição não é vencer a qualquer custo, nem tampouco glorificar campeões, mas sim, propiciar aos praticantes (judocas) mais um degrau de treinamento em sua longa escada de aprendizado e auto-aperfeiçoamento.
Jigoro Kano, que era pequeno e fraco por natureza, começou a praticar o Jiu-Jitsu aos 18 anos pelo propósito de não ser dominado por sua fraqueza física. Ele aprendeu atemi-waza (técnicas de percussão), e katame-waza (técnicas de domínio) do estilo Jiu-Jitsu Tenjin-shin-yo Ryu e nague-waza (técnicas de arremesso) do estilo de Jiu-Jitsu Kito Ryu. Baseado nestas técnicas ele aprofundou seus conhecimentos tomando como base a força e a racionalidade. Além disso, criou novas técnicas para o treinamento de esportes competitivos, mas também pelo cultivo do caráter. Adicionando novos aspectos ao seu conhecimento do tradicional Jiu-Jitsu o professor Kano fundou o Instituto Kodokan, com a educação física, a competição e o treinamento moral como seus objetivos. Com o estabelecimento do DOJÔ Kodokan, em 1882, e com 9 alunos, Jigoro Kano começou seus ensinamentos do judô. O texto do estudioso japonês Yoshizo Matsumoto mostra os conceitos iniciais deste esporte e os seus objetivos.
DOJÔ (nome dado ao edifício, ou local onde é treinado o judô).
Fundação do Instituto Kodokan
O prof. Kano estabeleceu o Instituto Kodokan em 1882, época em que o dojô (local de treino) tinha apenas 12 tatamis e o número de alunos era nove. O Jiu-Jitsu foi substituído pelo judô pela razão de que enquanto "jitsu" significa técnica o "do" significa caminho, este último podendo ter dois significados: o de um caminho em que você anda e passa e o de uma maneira de viver.
Como meio de ensino, no Kodokan, Jigoro Kano adotou o randori, kata e métodos catequéticos, adicionando educação física ao treinamento intelectual e à cultura moral. A harmonia desses três aspectos de educação constituem a educação ideal pela qual o judô será ensinado.
Ao redor do ano 20 da era Meiji (1887), o judô tinha dominado o Jiu-Jitsu, que foi varrido de vários países. O princípio do "JU", do judô, passou a significar o mesmo que na frase "gentileza é mais importante que obstinação".
Assim a teoria do "JU", que é gentileza, suavidade, pretende utilizar a força do oponente sem agir contra ela, podendo ser aplicada não somente na competição mas também aos aspectos humanos.
"O Espírito do Judô"
SEIRYOKU ZENIO (o melhor uso da energia) e JITA KYOEI (prosperidade e benefícios mútuos).
Acreditamos que todo o ideal e os ensinamentos que nos deixou o mestre Dr. Jigoro Kano resumem-se nessas duas máximas, as quais encontramos uma analogia nos Evangelhos de Jesus Cristo: Amar ao próximo como a nós mesmos, utilizando nossos dons para servir. Essa pequena introdução mostra-nos perfeitamente toda a grandeza da obra, que voltada para o espírito, almeja um mundo melhor, mais humano e justo para todos."
"Máximas de Jigoro Kano"
"É somente através da ajuda mútua e das concessões recíprocas que um organismo agrupando indivíduos em número grande ou pequeno pode encontrar sua harmonia plena e realizar verdadeiros progressos."
"A simplicidade é a chave de toda arte superior, da vida e do judô."
"Sutileza na técnica e finura na estética são úteis para a eficácia da arte, mas escapam a qualquer descrição."
"A derrota na competição e no treinamento não deve ser uma fonte de desânimo ou de desespero. É sinal de necessidade de uma prática maior e de esforços redobrados."
"O judô ultrapassou o estágio primitivo da utilidade para atingir o de uma ciência e de uma arte."
"O judô não deve ser revestido por um rótulo nacional, racial, político, pessoal ou sectário."
"O judô pode ser considerado como uma arte, ou uma filosofia do equilíbrio, bem como um meio para cultivar o sentido e o estado de equilíbrio."
"O adversário é um parceiro necessário ao progresso; a vida da humanidade baseia-se neste princípio."
"Não se envergonhe por causa de um erro; você estaria cometendo uma falta. Quando se percebe a potência do judô, compreende-se que não se pode usá-lo levianamente, pois ele pode ser tão perigoso quanto uma espada desembainhada."
"O melhor uso que se pode fazer de um espada é não utilizá-la; o pior é servir-se dela."
Devemos conservar alguns hábitos judoísticos que fazem parte do dia a dia do professor, aluno ou iniciante. Algumas escolas de Judô esquecem ou realmente não praticam a concentração antes e após as aulas. O chamado "MOKUSSÔ" é um dos momentos de maior valor na prática do Judô. Ele serve para nós agradecermos ou pedirmos algo que almejamos ou que foi alcançado. Basta ficarmos em Za Rei (posição ajoelhado), manter o corpo ereto ao longo de seu eixo, relaxar os ombros, fechar os olhos e meditar por alguns instantes. Os mestres sempre devem realizar o Mokussô independente de seu temperamento, para que, o aluno adquira a formação Moral e Cívica ideal como judoísta, tomando tais atitudes como exemplo."O ESPÍRITO DO JUDÔ" SEIRYOKU ZENIO (o melhor uso da energia) e JITA KYOEI (prosperidade e benefícios mútuos). Acreditamos que todo o ideal e os ensinamentos que nos deixou o mestre Dr. Jigoro Kano resumem-se nessas duas máximas, as quais encontramos uma analogia nos Evangelhos de Jesus Cristo: Amar ao próximo como a nós mesmos, utilizando nossos dons para servir. Essa pequena introdução mostra-nos perfeitamente toda a grandeza da obra, que voltada para o espírito, almeja um mundo melhor, mais humano e justo para todos." "Máximas de Jigoro Kano" É somente através da ajuda mútua e das concessões recíprocas que um organismo agrupando indivíduos em número grande ou pequeno pode encontrar sua harmonia plena e realizar verdadeiros progressos. A simplicidade é a chave de toda arte superior, da vida e do judô. Sutileza na técnica e finura na estética são úteis para a eficácia da arte, mas escapam a qualquer descrição. A derrota na competição e no treinamento não deve ser uma fonte de desânimo ou de desespero. É sinal de necessidade de uma prática maior e de esforços redobrados. O judô ultrapassou o estágio primitivo da utilidade para atingir o de uma ciência e de uma arte. O judô não deve ser revestido por um rótulo nacional, racial, político, pessoal ou sectário. O judô pode ser considerado como uma arte, ou uma filosofia do equilíbrio, bem como um meio para cultivar o sentido e o estado de equilíbrio. O adversário é um parceiro necessário ao progresso; a vida da humanidade baseia-se neste princípio. Não se envergonhe por causa de um erro; você estaria cometendo uma falta. Quando se percebe a potência do judô, compreende-se que não se pode usá-lo levianamente, pois ele pode ser tão perigoso quanto uma espada desembainhada. O melhor uso que se pode fazer de um espada é não utilizá-la; o pior é servir-se dela."
Em um campeonato, temos no combate, os 2 competidores, que recebem faixas de identificação, um a vermelha e o outro a branca (Desde o campeonato mundial de 1997, os judocas passaram a se identificar por dois kimonos, um branco e o outro azul), sendo pontuados segundo esta identificação: O combate é dirigido por uma mesa de cronometristas e anotadores, e por 3 árbitros: um central e dois laterais. Todos os árbitros têm a mesma importância e poder de decisão, sendo tudo decidido por maioria de votos. Os árbitros sinalizam os pontos obtidos, a obediência às demarcações da área de combate e as faltas cometidas pelos competidores.
Estas podem ser faltas leves (ex.: falta de combatividade), médias (ex.: desamarrar a faixa sem permissão, pisar fora da área de combate) ou graves (ex.: aplicar golpes traumáticos). Abaixo, a correspondência entre pontuações positivas e negativas: Pontuação Positiva Pontuação Negativa (faltas)
Sinalização da Pontuação IPPON (Vítória do atleta e fim de luta)
Sinalização da Pontuação WAZARI (metade de um IPPON, dois Wazaris resultam em um IPPON que finaliza a luta)
Árbitro sinalizando a pontuação YUKO (1/4 de um IPPON)
Árbitro sinalizando um KOKA (1/8 de IPPON)
Árbitro sinalizando o MATTE (o traduzindo: Pare !o que estão fazendo).
Árbitro sinalizando o OSSAE KOMI (sinal que indica que uma imobilização está ocorrendo e que o mesário deve cronometrá-la. Completando 10 segundos, é marcado um KOKA, 15 segundos um YUKO, 20 segundos um WAZARI e 25 segundos é disparado um som para que todos ouçam que a imobilização finalizou a luta em IPPON.)
Árbitro sinalizando o TOKETA, que ocorre quando é desfeita a imobilização de forma legal. O árbitro usa o toketa para avisar ao cronometrista que pare o cronômetro e marque a pontuação até alí obtida, e que a luta continua.
Árbitro apontando para qual dos atletas será aplicada a punição.
Árbitro pedindo ao atleta que arrume seu Kimono (pedindo que o coloque corretamente por dentro da faixa)
Sinalização da penalidade em que o(s) judocas não estão aplicando golpes, ou seja, uma atitude anti-esportiva
Pela regra antiga (que ainda é usada por alguns árbitros) É aplicado o Shido na primeira, Chui, na segunda infração,Keikoku na terceira e Hansoku-make na última, onde esse atleta é desclassificado.
E pela nova regra, ao quarto Shido o atleta é desclassificado.
Relação entre a pontuação positiva e a pontuação negativa.
Ippon = hansoku-make
wazari = keikoku
yuko = chui
koka = shido
A Área de competição deve medir, na parte externa (área de proteção), 14x14 m. ou 16x16 metros. E na parte interna (área de combate), 9x9 m. ou 10x10 metros. A área de perigo (que é geralmente em cor vermelha) de ve ter 1 metro de largura.